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Os três momentos mais tristes do Brasil em Copas do Mundo

Tendo em conta que somos o time mais bem-sucedido da história das Copas do Mundo, é difícil acreditar que a nossa seleção nacional tenha passado por grandes momentos de tristeza em Copas, não é mesmo?

A última vez que a seleção nacional venceu o torneio foi em 2002, quando batemos o recorde conquistando nosso quinto título. Agora, estamos na Rússia com a esperança de fazer história mais uma vez, conquistando o sexto título.

De acordo com as Apostas na copa do mundo online, mais uma vez somos os favoritos a voltar para casa com a vitória, seguidos pela campeã Alemanha que vai brigar para defender o título. Ao mesmo tempo em que existe a possibilidade de sucesso este ano, existe sempre a possibilidade de humilhação, conforme aprendemos no passado. Aqui estão os nossos três principais piores momentos em Copas do mundo.

1998 – o sofrimento em Paris

Quando a França sediou a Copa do mundo em 1998, assistimos a um dos momentos mais bizarros da história da competição.

Quando o técnico da nossa seleção nacional, Mário Zagallo, liberou a escalação do time apenas 72 minutos antes de o jogo começar, não havia nenhum sinal da nossa estrela Ronaldo. A mídia mundial ficou chocada pela exclusão de Ronaldo que, apenas seis meses antes, tinha conquistado a Bola de Ouro.

Como se não fosse bizarro o suficiente, meia hora depois de a escalação do time ter sido anunciada, uma segunda escalação com Ronaldo no ataque foi liberada.

Os detalhes sobre o incidente até hoje não são totalmente conhecidos. No entanto, sabemos que Ronaldo sofreu uma crise convulsiva durante o sono na véspera do jogo e foi levado às pressas para o hospital. Mário Zagallo inicialmente escalou o time imaginando que Ronaldo permanecesse no hospital, mas ele declarou estar em condições de jogar.

O que nós vimos durante o jogo foi uma sombra do Ronaldo que tinha vencido a Bola de Ouro, já que ficou óbvio que ele não estava em condições de jogar.

O jogo terminou em 3 a 0 para a França e Zinedine Zidane foi considerado o homem do jogo, dois resultados que poderiam ter terminado de forma diferente se Ronaldo estivesse em condições de jogar.

2014 – de heróis a vilões

Quando sediamos a Copa do mundo quatro anos atrás, havia expectativas de que pudéssemos conquistar nosso sexto título de Copa do mundo, mas não era para ser.

Mais uma vez, nossa tristeza foi causada por um time europeu. No entanto, dessa vez foi a Alemanha que provocou o sofrimento…

A tristeza começou na vitória nas quartas de final contra a Colômbia, rival sul-americana, que terminou em 2 a 1. O capitão do time, Thiago Silva, recebeu um cartão aos 64 minutos, o que significava que ele não participaria da semifinal. O pior estava por vir já que aos 88 minutos, o zagueiro colombiano Juan Camilo Zuniga deu uma joelhada nas costas de Neymar, fraturando sua coluna e colocando fim à participação dele na competição.

Sem dois de nossos jogadores mais influentes, a semifinal contra a Alemanha se transformou na derrota mais humilhante de todos os tempos, com os então campeões se destacando em uma vitória por 7 a 1. A Alemanha liderava por 5 a 0 no primeiro tempo e marcou 7 a 0 antes de Oscar fazer um gol de consolação aos 90 minutos. Foi a primeira vez que perdemos um jogo de competição em casa desde a Copa América de 1975.

O resultado de 7 a 1 teve a maior margem de vitória em um jogo de semifinal de Copa do mundo e a Alemanha se tornou a maior artilheira de todos os tempos na história das Copas. O gol de Miroslav Klose aos 23 minutos aumentou a humilhação, já que ele ultrapassou o recorde da nossa lenda Ronaldo de maior artilheiro da história da competição.

1950 – a tristeza original

1950 representou a primeira de duas ocasiões em que sediamos a Copa do mundo e mais uma vez havia expectativas sobre o time: vencer o torneio pela primeira vez. Na preparação para a final, devido ao fato de ter marcado 21 gols em cinco jogos, a mídia alegava que já tínhamos vencido o campeonato.

O último jogo do torneio decidiria o título contra o Uruguai e nada além de uma derrota nos tiraria a Copa do mundo. Assumimos a liderança logo depois do intervalo graças a Friaca, antes de Schiaffino empatar para o Uruguai com menos de 30 minutos para o jogo terminar. Assim sendo, com pouco menos de dez minutos para o jogo terminar, o Uruguai chocou o mundo quando Alcides Ghiggia fez o gol da vitória.

O Estádio do Maracanã ficou em silêncio e quando o apito final soou, a infelicidade dos torcedores foi evidente. A derrota surpreendente fez com que esse jogo ficasse conhecido no mundo todo como “Maracanaço”.

Será que na competição deste ano teremos nossa sexta conquista de Copa do mundo? Ou será que mais um momento de tristeza entrará para a lista?

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Written by Ana Soares

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