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O Poltergeist de Rosenheim

06 out, 2017
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Em novembro de 1967, o advogado alemão Adam Hötch presenciou uma série de acontecimentos insólitos…

Ele era um homem respeitado na sua cidade, Rosenhein, e tinha poucos conhecimentos acerca de assuntos sobrenaturais.

Fotocopiadoras cuspiam suas tintas, gavetas se abriam sem serem tocadas, o telefone começou a tocar mas a chamada era sempre perdida, e era tão frequente que chegava a ser insuportável. Decidiu-se então chamar o serviço de manutenção da Siemens. Os técnicos trabalharam durante várias semanas e constataram que os telefones não tinham defeitos. Instalaram então um aparelho para registrar as chamadas.
Um jornal alemão instalou equipamentos para monitorar os telefones e em 3 meses eles gravaram mais de 600 chamadas para o número que informa a hora certa- O BIZARRO DA HISTÓRIA É QUE OS TELEFONES ESTAVAM DESPLUGADOS. Em um único período de 15 minutos, 46 chamadas foram gravadas – um número que parecia impossível levando-se em conta o mecanismo de discagem da época. Mas não só os fenômenos com o telefone são inexplicáveis. Em outubro de 1967, todas as lâmpadas do prédio se apagaram com um estrondo.

Depois de muita insistência dos amigos, Adam recorreu ao professor de parapsicologia Hans Bender, uma das autoridades locais no assunto. Bender instalou pequenas armadilhas para verificar se era obra de um funcionário cheio das gracinhas a fim de brincar com Adam, o que mostrou não ser verdade.

Após quase um mês de investigação, o professor sugeriu ser atividade de um poltergeist, concentrando sua atenção em uma aprendiz de secretária de 19 anos chamada Annemarie Schneider. Ao verificar novamente os ocorridos, reparou que em todos eles a jovem estava no prédio.  Foi alegado que um lustre se desviava violentamente se a senhorita Schneider andasse por baixo dele, e as luzes piscavam sempre que ela entrava no escritório.

Quando ela ficou doente por duas semanas as atividades cessaram; com o retorno, tudo recomeçou.

Adam Hötch e seus colegas ficaram assustados, mas ainda imperava o ceticismo de que a jovem secretária estivesse pregando uma peça em todos. Entretanto, o professor Bender fez vários testes e provou que a moça era inocente na história.

A polícia criminal, por sua vez, por queixa do diretor do escritório, Herr Adam, abriu um inquérito. Nenhuma fraude foi constatada. Mas registrou-se, por exemplo, uma rotação de 320º em um quadro suspenso na parede. Esta rotação pareceu ser produzida por forças paranormais. Os tubos luminescentes foram substituídos por lâmpadas incandescentes, que estouraram. Na presença de peritos, gavetas se abriram sozinhas e um classificador, pesando 175kg, afastou-se 30cm da parede.

Pelo que se pode julgar, ela não teve nenhuma intenção maldosa ou hostil e toda sua atitude parecia mostrar que ela queria ajudar o patrão Herr Adam, e mesmo porque estes fenômenos a inquietavam muito. Ela foi até submetida a testes de parapsicologia. Durante seus momentos de tensão, ela manifestava faculdades de clarividência de nível elevado. As últimas experiências desta jovem são bastante desalentadoras.

O fenômeno em questão, tendo aparentemente seguido-a na rua, entrou com ela num boliche, cujo responsável era o noivo da moça.

Todo o dispositivo elétrico de registro do boliche desarranjou-se e o noivo, aterrorizado, rompeu o noivado. Após isso, ela caiu doente. Este drama mostra que a moça não tinha nenhum interesse em organizar essas manifestações mesmo que pudesse.

 

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