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Garotinha de 6 anos envia carta à fábrica de brinquedos pedindo que fabrique soldadinhos mulheres

04 nov, 2019
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Vivian Lord é uma menina de 6 anos que vive em Little Rock, Arkansas, nos Estados Unidos. A garota sempre teve um gosto peculiar por soldados de brinquedo e, em uma ocasião, ganhou um pacote de soldadinhos de plástico. Enquanto brincava com eles, percebeu que eram todos homens; então perguntou à mãe por que não havia soldados mulheres…

Brittany, mãe de Vivian, ajudou a filha a procurar na Internet soldados de brinquedo mulheres. No entanto, a busca foi em vão, pois só conseguiram achar soldados da cor rosa, mesmo não sendo garotas. “O tom não a enganou e ela não deixou isso passar. Ela é assim”, disse a mãe.

Brittany incentivou a filha a pegar caneta e papel e escrever uma carta. Para Vivian, era um ato promissor, mas sua mãe pensava apenas em lhe ensinar uma lição sobre não deixar passar as preocupações da vida e mudar o que não gosta. “Pensei que serviria apenas para ensinar uma lição à minha menina. Não sabia que teríamos uma resposta”, confessou a mãe. Então, Vivian escreveu a carta e a enviou a duas ou 3 empresas dedicadas à fabricação de soldadinhos.

“Meu nome é Vivian, tenho 6 anos e jogo futebol. Por que não fazem garotas soldados? As mães de alguns amigos também estão no Exército! Vi alguns soldadinhos de brinquedo da cor rosa, mas não eram mulheres e o Exército não usa esse tom. Algumas meninas também não gostam da cor rosa. Então, podem fazer soldadinho mulheres, que se parecem com garotas? Eu brincaria com elas todos os dias e as minhas amigas também! Obrigada, Vivian”.

E a resposta chegou!

Uma das empresas respondeu com um anúncio para Vivian: “Está acontecendo.” As figuras femininas do exército serão uma realidade e estarão disponíveis no Natal de 2020: uma capitã com uma arma e binóculos e uma garota soldado ajoelhada com uma bazuca, entre outras posições que, embora clássicas, serão novidade por serem mulheres.

A mãe de Vivian não conseguia acreditar em tudo o que sua filha havia conseguido com uma simples carta. “Estou muito orgulhosa dela”, disse. “Desde a tenra idade, ela aprendeu que, se você falar e quiser mudar alguma coisa, as pessoas vão te ouvir. É ótimo que ela aprenda essa lição aos 6 anos”.

E aí, o que você achou da ideia? Já estava na hora né?!

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