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Bala na agulha e pé na tábua.

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Em filmes, quando o mundo inteiro persegue a personagem principal é porque algo muito sério e arriscado acontecerá. Carros explodem no centro de Paris, o sistema policial inteiro desencana da vida e corre atrás do facínora que, no final das contas, é o cara que salva o mundo. Grandes monumentos são deteriorados. Mas qual é o problema? É tudo filme mesmo. Para um casal da Nova Zelândia, não é não.

Este casal, cujos nomes não foram declarados (e, portanto, os chamaremos de O CASAL. É, assim mesmo), foi abraçado pela deusa romana Fortuna e recebeu um empréstimo de US$6.000.000,oo (isto mesmo, seis milhões de “doletinhas”) por engano. Adivinha o que fizeram! Devolveram? JAMAIS. SUMIRAM!

Tudo aconteceu quando O CASAL, dono de um posto de gasolina na cidade de Rotorua, Nova Zelandia (230km de Auckland), foi ao Westpac Bank pedir um empréstimo de US$6.000,00 (seis mil dolares). Seria um emprestimo normal, pra um casal normal, numa vida normal num pais normal. Mas o bancário resolveu zuar o planeta e o sistema financeiro da Nova Zelândia ao errar a cifra e dando mil vezes mais dinheiro que eles pretendiam, transformando marido e mulher em O CASAL, iniciando um problema mundial.

"Querido acabou o papel" - "Não se preocupe, tenho uma idéia"
"Querido acabou o papel" - "Não se preocupe, tenho uma idéia"

Grande exagero. Do jeito que novo rico esbanja dinheiro, O CASAL poderia ajudar a crise mundial gastando todo esse dinheiro. Não como esses malditos milhonários muquiranas. Talvez uma casa em Bali, ou nas Bahamas, ou no Hawaii. Tantos lugares para eles estarem. E, sinceramente, será mesmo que a Interpol está atras deles? Não vamos nos esquecer que isso não é um filme. Talvez estejam, como cavalos em desfile, cagando e andando prO CASAL e pro banco da Nova Zelândia. Se nem o bin Laden, o homem mais caçado do mundo, eles encontraram.

E como disse Chevi Lambert, morador da mesma localidade que O CASAL: “Mas é um mundo tão grande. Eles podem simplesmente desaparecer”.

Ei! Não vá embora ainda, continue lendo o blog.

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Written by Lucas Thomé

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