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5 provas de que a morte não tem escapatória

20 nov, 2018
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Muitas pessoas já passaram por situações em que algumas escolhas – seja por sorte ou algum outro motivo- as salvaram por um momento da morte.

Mas em algumas histórias reais, elas apenas escaparam POR UM MOMENTO- e pouco tempo depois acabaram perdendo a vida:

Duplo acidente

Em julho de 2013, um avião da companhia Asiana Airlines se acidentou e teve 180 feridos e duas vítimas fatais. Uma das vítimas – Ye Meng Yuan – no entanto, morreu não devido ao acidente na nave, mas de uma forma bastante inusitada: ela estava há alguns metros do avião e acabou sendo atropelada por um caminhão de bombeiros durante as operações de socorro.

Levando todo mundo

Em 1977, o time de basquete masculino da Universidade de Evansville foi morto em um acidente de avião que caiu na decolagem no Evansville Regional Airport, em Evansville, Indiana. A aeronave perdeu o controle e caiu logo após a decolagem. O avião estava a caminho de Nashville, levando a equipe para jogar o Middle Tennessee Blue Raider.

Um jogador não havia pego o voo pois estava doente. No entanto, ele acabou morrendo em um acidente de carro duas semanas depois.

Tiroteios

Jessica Redfield, uma jovem radialista/blogueira sobreviveu a um tiroteio que matou uma pessoa e deixou um punhado de outras pessoas feridas no shopping Eaton Centre em Toronto. A moça refletiu sobre sua experiência de quase morte em seu blog, escrevendo: “Eu não consigo tirar essa sensação estranha do meu peito. Esse sentimento vazio e quase doentio não vai embora… É difícil para mim entender esse sentimento estranho que me salvou de estar no meio de um tiroteio mortal”.

Ela disse que escolheu um hambúrguer com sushi e, em seguida, decidiu sair para tomar ar fresco porque tinha uma sensação estranha. Se ela não tivesse saído, estaria em pé na praça de alimentação durante o tiroteio.

Um mês depois, um tiroteio ocorreu em um cinema em Aurora, no Colorado e Jéssica acabou sendo uma das 12 pessoas que morreu no processo.

11/09

Quando terroristas atingiram o World Trade Center em 11 de setembro de 2001, Hilda Yolanda Mayol teve a sorte de escapar do restaurante no térreo onde trabalhava. Infelizmente, sua sorte durou apenas dois meses. Ela foi uma das pessoas a bordo do voo 589 da American Airlines que caiu no Queens de Nova York em 12 de novembro, com todos os 260 passageiros sendo mortos.

Mayol, de 26 anos, estava indo para a República Dominicana para tirar férias com sua mãe e seus dois filhos, que por acaso saíram de Nova York duas semanas antes.

Sobrevivente da boate Kiss

Em janeiro de 2013, Jessica de Lima Rohl, de 21 anos, ajudou a organizar uma festa para estudantes universitários na boate Kiss em Santa Maria, no sul do país, e vendeu ingressos para o evento. Mas enquanto se preparava para sair de casa na noite do baile, que deixou 238 mortos, seu namorado ligou e pediu para ela não ir.

Apesar de a maioria de seus amigos estar no evento, a estudante de agronegócios, ouviu os apelos de Adriano Stefanel, de 20 anos, que vivia em outra cidade, e ficou em casa. Horas depois, as chamas dominaram o local.

Apenas cinco dias depois, a garota viajou para a cidade onde seu namorado estava trabalhando, e os dois planejaram voltar juntos de carro dois dias depois. No entanto, de acordo com a polícia, o casal havia dirigido apenas alguns quilômetros quando seu Volkswagen Golf colidiu de frente com um caminhão.

Jessica morreu instantaneamente, e Stefanel, que teria completado 21 anos no dia seguinte, morreu mais tarde no hospital.

Via: Odde

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