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Manja che te fa bene!

Estabeleçamos um ponto norteador: religião salva. Seja ela qual for, salva. E não me venham os cientistas falar que isso é balela. Balela é o caralho, porque também se tem fé na ciência. Se não, porque até hoje procuram explicar o inexplicável, o surgimento do universo? O “de onde vim? para onde vou?” é o mesmo. Então fica assim.

Mas, tudo isso chega a um ponto que é insustentável. Crença é uma coisa, mas crença cega é outra infinitamente diferente. Se até Stephen Hawking acredita em Deus, porque não os outros acreditarem, né? Mas a fé pode chegar a pontos alarmantes.

Nos Estados Unidos morreu uma criança. Até aí, por mais triste que seja, tudo bem, em todo lugar isso acontece. Mas esta criança americana, de 1 ano e quatro meses, morreu em circunstâncias, digamos, curiosas. Aliás, curiosas não, crueis mesmo.

(by dogan art - com óbvia adaptação)

(by dogan art - com óbvia adaptação)

Ria Ramkissoon,nascida em Baltimore e mãe da criança, resolveu parar de alimentar sua filha de um ano e quatro meses porque ela parou de falar “amém” antes das refeições. Essa caipira fazia parte de uma seita bizarra liderada por uma tão louca quanto Queen Antoinnette, que ordenou que a criança fosse privada de alimentação. Motivo: o bebê estava possuído.

Quer mais? sim, você quer mais, você gosta de tragédia, né? Então lá vai. Depois da morte da criança, seu corpo foi colocado num sofá para que os membros da seita rezassem enquanto a mãe, Sra. Ria, dançava em torno do mesmo. Agora a cereja do bolo: a mãe passou mais um ano rezando junto ao corpo da criança para que ela ressuscitasse.

Possuida pelo demônio? Eu duvido. Pra mim essa menina era sensata.

"Eu sempre falo amém. Nunca perdi uma refeição"

"Eu sempre falo amém. Nunca perdi uma refeição"

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